Na escola, o que importa é o conteúdo.

Ouvir o que o professor fala, anotar no caderno e estudar em casa, fazer os exercícios e participar.

Isso é mais do que suficiente para que um aluno seja bem-sucedido, certo?

Nem tanto!

Hoje vamos falar de como o meio no qual uma criança ou adolescente vive pode influenciar em seu desenvolvimento de diversas formas.

Afinal, podemos fazer uso de diversos tipos de linguagem para passar uma mensagem ou ensinar alguma lição.

Em que tipo de ambiente você gostaria que seu filho vivesse?

Quais são os valores que você gostaria que fossem passados a ele através do que contém este lugar?

A Sala de Aula

As salas de aula da maioria das escolas nunca é simplesmente neutra.

Para as crianças, há desenhos, o alfabeto, os numerais e diversas lições pregadas ao longo das paredes e até no teto.

Você já se perguntou por que os professores, diretores e coordenadores trabalham para que a sala de aula seja personalizada dessa forma?

A resposta é simples.

O ambiente passa a falar lições importantes para as crianças.

Ao distraírem-se olhando para o teto ou as paredes, não estarão vendo apenas tinta branca, mas sim números, letras, desenhos e outras artimanhas educativas.

Até mesmo as cores podem passar uma mensagem!

Na Escola

Cada escola baseia-se em valores, doutrinas e ideologias e atua de acordo com elas.

Desse modo, é bastante provável que o seu ambiente seja condizente com estes valores.

Atualmente há escolas que valorizam áreas verdes, de modo a despertar nos alunos a consciência ambiental e a tendência a gostar e preservar a natureza.

Escolas que espalham lixeiras por todo o pátio, corredores e sala de aula também despertam a consciência para o descarte do lixo, especialmente quando essas lixeiras são coloridas e específicas para cada material.

Ao questionar este método de descarte os alunos facilmente passarão a refletir a respeito do destino do lixo após ser levado pelo caminhão, o que é uma grande questão-chave para o início da solução dos problemas ambientais.

As Pessoas

Pessoas também podem ser elementos de um ambiente.

Vamos tomar como exemplo a sua própria casa.

Em que tipo de valores a sua família alicerça o seu cotidiano?

É um ambiente descontraído, rígido, organizado, limpo, alegre?

O modo como as pessoas se comportam pode transformar um ambiente.

Ao escolher a escola do seu filho é de extrema importância que você analise o modo como as pessoas se comportam e qual é a mensagem implícita que desejam passar.

Sob este aspecto, não há certo ou errado.

O que podemos dizer é que você deve escolher aquela que compartilha dos valores que você e sua família acreditam!

Os Amigos, a vizinhança, o meio em geral

O meio influencia as pessoas tanto quanto as pessoas o influenciam.

É assim que um todo é construído!

Por isso, é importante ter em mente que o lugar onde você reside e as pessoas com quem convive exercerão influencia sobre você, assim como você exercerá sobre elas!

Por isso, é importante lembrar que a convivência é uma troca e você pode ter muita influência do ambiente no qual vive.

Do mesmo modo que você passa a maior parte do seu dia no trabalho e acaba por pertencer a um universo específico da sua empresa, o seu filho passará boa parte do dia na escola, que é o lugar para o qual ele foi enviado para aprender.

Portanto, toda sugestão que a escola desejar passar será absorvida pelos alunos, que levarão tais lições consigo talvez por toda a vida!

Assim, observe sempre o meio no qual o seu filho vive.

Se é cercado de livros, de pessoas que cultivam boas maneiras, educação e gentileza, assim como lições sobre cuidar do ambiente no qual vivem.

Certifique-se que quando o seu filho estiver longe de você crescerá cercado de pessoas e coisas que contribuirão para o seu crescimento, desenvolvimento e evolução!

Afinal, há lições que você não pode passar em casa, mas pode garantir que seu filho as receba na escola!

Você pode avaliar se o ambiente no qual ele vive é saudável ao observá-lo falar sobre ele.

Se o caráter das conclusões que ele tira desse lugar é nobre, fique tranquilo, pois você fez a escolha certa!

Você conhece Pokemon Go?

Poke o que?

Há alguns meses atrás essa seria a sua reação se alguém falasse sobre esta febre mundial, porém, hoje, este jogo para smartphones tomou conta de quase todas as casas do Brasil!

É só você andar pela cidade e reparar em crianças, jovens, adolescentes e também adultos!

Isto mesmo, muitos marmanjos se renderam ao jogo!

Todos estão em estado de alerta, olhando para os smartphones e preparados para capturar ou ter uma batalha Pokémom!  

E aqui no Centro Integrado Educar isto não vem sendo diferente!

De um dia para outro, vários dos nossos alunos estavam “caçando” nas dependências da escola!

E o que achamos disto?

Que é preciso bom senso para separar as coisas!

Na sala de aula o momento é de aprendizagem, ou seja, é proibido jogar Pokemon Go ou qualquer outro jogo, contanto que o mesmo não faça parte do contexto da aula.

Então quer dizer que eu posso jogar no pátio da escola durante o intervalo?

Pode.

Porém, somente nos horários liberados pela escola.

Ou seja, aqui no Centro Integrado Educar a caça Pokémon está liberada apenas nos períodos que antecedem o início das aulas e também ao término do horário escolar, conforme fala o Regimento sobre o uso do celular.

Benefícios do jogo:

Por ser um jogo dinâmico e que faz com que as pessoas se locomovam, o jogo promove a interação social entre crianças, jovens e adolescentes.

Também obriga as pessoas a fazerem exercícios físicos, pois o jogo acontece em todos os lugares!

Desta forma pessoas mais retraídas passam a se locomover pela cidade se exercitando e conhecendo o espaço público.

Cuidados com o jogo:

A atenção dedicada ao jogo pode causar distração ao ambiente físico, pois o jogador pode se tornar um alvo fácil para assaltos ou acidentes, como já ocorreu em diversas cidades do Brasil e do mundo, onde jogadores distraídos sofreram acidentes causados pela distração ou até mesmo foram presos por invadirem locais particulares.

Tudo feito em excesso é prejudicial, logo, jogue com moderação!

Com as provas se aproximando e a concorrência aumentando a cada ano, torna-se fundamental organizar os estudos da forma mais eficiente para conseguir o melhor rendimento nas provas.

As provas do ENEM geralmente são marcadas para os meses finais do ano, permitindo ao aluno dispor de bastante tempo para se preparar, a contar do retorno das férias no início do ano.

A troca do ENEM pelo vestibular revolucionou todos os métodos de estudos antes predominantes e as escolas e cursinhos precisaram se adaptar ao novo modelo de avaliação para preparar os alunos.

Da mesma forma, o modo de estudar também precisou ser alterado.

  • O que as provas do ENEM cobram com maior peso?
  • Como o aluno deve se preparar, tanto durante o ano quanto ao se aproximar da data das provas?

Descubra como a organização pode ser importante para ajudar a alcançar boas notas e ter mais chances de ter aprovação no ingresso à universidade.

As férias acabaram!

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Ao voltar das férias, é importante que o aluno ou concorrente já esteja revigorado e que tenha decidido, ainda que parcialmente, qual é o curso ao qual deseja concorrer.

Isso é importante para que se esforce bastante ao considerar a concorrência do ano anterior e use como incentivo a chance de perder a vaga para um concorrente que se esforçar mais.

Embora seja um pensamento que pode ser estressante para muitas pessoas, a prova do vestibular envolve competitividade e a ambição de ser melhor do que o outro.

Afinal, o futuro do concorrente depende disso.

Por isso, é recomendável que ele tenha em mente quais são as ferramentas que deseja usar para estudar melhor.

Estudar com sabedoria é estudar com equilíbrio e neste período você possui tempo suficiente para planejar à vontade.

Por isso, ajuste o seu calendário, no qual você determinará quantas horas por dias pretende estudar, os filmes que deseja assistir e as revistas, jornais e sites que irá acompanhar.

Preparar-se para o ENEM é muito mais do que saber o conteúdo escolar.

É estar atualizado com as novidades do mundo e saber discursar sobre elas e relacioná-las com as áreas do conhecimento cobradas na prova.

Por isso, o aluno precisa abrir a mente para todas as fontes de informação que puderem lhe ajudar.

Foco no Enem

enem

Uma vez determinado o plano de estudos, chega a parte mais difícil e também mais importante: seguir o planejamento!

É essencial ter disciplina e persistência para não deixar que a ilusão de que a prova está “muito longe” da data presente tome conta.

Há muito conteúdo a ser estudado e deve ser espalhado ao longo do ano de forma mais uniforme possível.

Lembre-se que é necessário dedicar-se a discussões atuais, momento político em que vivemos e novas tendências sociais.

O concorrente precisará adotar um estilo de vida coerente com uma boa preparação para o vestibular e isso também inclui optar por lazeres mais leves e evitar programas que afetem o sono durante a semana…

Isso não significa que o aluno deverá se fechar no quarto a semana toda para focar somente nos estudos.

É importante descansar a mente para revigorá-la deixando-a pronta para absorver ainda mais conteúdo.

Por isso, separar um dia na semana sem estudos é uma decisão sensata.

Estudar de segunda a sexta de forma intensa e reduzir no sábado, deixando o domingo livre é um exemplo de panejamento que pode funcionar muito bem.

É importante ser o mais fiel possível ao planejamento para que todo o conteúdo seja visto em algum momento.

O Enem está aí!

As-férias-acabaram!

Quando chegar perto da data da prova, nada de pânico.

Tenha em mente que tudo o que era para ter sido feito já o foi e que o melhor agora é acalmar-se e ficar confiante.

Nos meses que antecedem a prova é importante ter certeza de que a redação está afiadíssima e que várias foram feitas ao longo do ano.

A redação possui um peso alto na prova e pode ser decisiva para o ingresso na faculdade ou a reprovação!

Por isso, faça diversas redações e peça para outras pessoas lerem e corrigirem.

Veja filmes históricos e científicos, leia críticas e não se esqueça dos livros recomendados para a prova.

No dia que antecede a prova, não estude!

Descanse, relaxe e evite qualquer tipo de esforço exagerado ou stress.

Durma e alimente-se bem para estar preparado e descansado no dia da prova.

E o mais importante: acredite em você!

Se estudou e se preparou, certamente possui grandes chances de passar e merece a aprovação.

 

 

Descubra como você pode ajudar o seu filho a planejar a rotina de estudos e como esta medida pode torná-los mais eficientes.

Independente do sonho de carreira que o seu filho tenha, aquela velha história de estudar “tudo” e o dia todo já foi contestada milhões de vezes.

Porém, o conteúdo programado pelas escolas e a demanda de profissionais com conhecimento cada vez mais amplo só cresce.

A tecnologia e a ciência avançam vertiginosamente, desmentindo velhas teorias, acrescentando novas e muito mais complexas.

O que fazer?

Aconselhar o seu filho a estudar o máximo de conteúdo que conseguir nas horas livres ou deixá-lo falhar em algumas disciplinas?

Adotar atitudes extremas nunca foi uma escolha racional, portanto é muito mais garantido buscar aquele meio termo sensato e tentar ganhar em todos os aspectos.

Descubra neste texto como você pode fazer com que seu filho se dedique à escola de forma tranquila, domine todo o conteúdo e ainda desfrute de uma vida social saudável.

Cria hábitos desde o ensino fundamental

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Embora muitas pessoas não se atentem a isso, o ensino fundamental é de extrema importância para que o aluno aprenda a cultivar sua disciplina com relação aos estudos.

Muitos alunos tentam revolucionar suas vidas quando ingressam no ensino médio e a depender da carreira, curso e universidade que escolhem para prestar vestibular, esta “revolução” pode ser tardia.

O conteúdo do ensino fundamental constrói bases fortes para disciplinas mais complexas que o aluno passa a ver no ensino médio e que exige que ele domine todo o conteúdo que foi ensinado anteriormente.

Em teoria, subentende-se que o aluno que passou para o ensino médio domina o ensino fundamental.

Na realidade não é bem assim.

Na maioria dos casos, os alunos passam com um “rendimento x” para o ensino médio e esse rendimento será reflexo de seu sucesso no vestibular.

Por isso, você (pai e mãe) pode, desde cedo, ensiná-lo como organizar os seus estudos, bem como a importância de levar uma boa vida escolar e evitar que tudo se acumule nos últimos anos.

É importante explicar que não é possível estudar o conteúdo de oito ou nove anos em apenas três, especialmente quando o conteúdo destes últimos três é mais pesado do que os anteriores e precisa ser adequadamente estudado.

Tente mostrar casos de pessoas que deixam tudo para a última hora e acabam por não conseguir o objetivo.

Em suma, faça com que o seu filho viva seguindo a máxima: “nunca deixe para amanhã o que você pode fazer hoje!”

Você sabe como seu filho estuda?

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Estudar em casa ou na biblioteca após as aulas não tem segredo:

Basta sentar, pegar os livros e cadernos e concentrar-se.

O que muda de aluno para aluno são os seus objetivos.

Alunos que desejam prestar vestibulares que não são muito concorridos podem argumentar:  “Não há necessidade de que eu me esforce tanto!”

E você deve concordar que este é um argumento válido sob certo ponto de vista.

Porém, é importante mostrar aos filhos que independente da necessidade, é conveniente que sejamos sempre os melhores que pudermos.

Afinal, nunca saberemos quando um imprevisto começará a surgir, como uma área que não é tão concorrida ou valorizada passar a ter valor repentinamente.

Assim, é importante que você conheça o seu filho e saiba quais são os objetivos dele.

Converse sobre o que ele deseja ser profissionalmente, sobre as faculdades nas quais pensa em estudar e que tipo de carreira deseja seguir.

Pergunte como ele se imagina vivendo no futuro e descubra qual é a área do conhecimento com a qual tem mais afinidade.

Se perceber que ele é ambicioso e sonhador, tente colocar seus pés no chão e mostrar que há milhões de pessoas no mundo também ambiciosas e sonhando alto, mas que somente aquelas que trabalham duro com consciência e de forma racional e sensata conseguem chegar lá.

Uma vez conversados, ajude-o a definir o mais importante: o plano de estudos!

Como planejar?

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Mesmo que a vontade seja grande de estudar, não há nada pior do que gastar energia e não atingir o objetivo por falta de planejamento.

Por isso, ajude o seu filho a preparar um cronograma de estudos equilibrado, para que ele estude todas as disciplinas de maneira mais ou menos igual.

Sempre vale dedicar um pouco mais de tempo àquelas com as quais se tem maior dificuldade e menos tempo com as que são mais fáceis.

O ideal é estudar todos os dias após a escola e procurar variar as horas de estudo em cada dia.

Se ele tem aula de inglês, por exemplo, sugira uma carga horária de estudos extraclasse mais leve neste dia.

Nos dias em que está livre, pode dedicar um pouco mais de tempo sem se cansar.

O importante é acompanhar o que os professores estão passando naquele período e nunca estudar de forma indiscriminada, seguindo outras fontes.

Se o seu filho conseguir se disciplinar para estudar um pouquinho a cada dia desde o ensino fundamental e lutar contra a instabilidade, terá grandes chances de ingressar rapidamente na faculdade e curso que deseja fazer, além de tornar-se um profissional responsável e eficiente, que sabe lidar com as suas obrigações!

Sempre chega um momento no qual o seu filho resolve pegar os cadernos e livros e estudar em casa para melhorar o seu rendimento na escola ou para se preparar para as provas.

Esta hora pode ser devido ao hábito criado de dedicar um pouco mais de tempo aos estudos, pode ser a consciência de que bons resultados exigem um esforço um pouco maior ou na pior das hipóteses, pode ser algo emergencial, visto que as notas não estão tão boas e pode fazer com que o aluno tenha que repetir o ano ou a matéria. 

Porém, a parte mais difícil nem sempre é a disposição, mas sim o método de estudos.

  • Como o seu filho gosta de estudar?
  • Gosta de chamar os amigos para estudar em grupo?
  • Ou prefere estudar sozinho, com total silêncio e longe de tudo que possa desviar a sua atenção?

Embora você possa fazer tudo o que estiver ao seu alcance para criar o melhor ambiente e proporcionar as melhores condições em casa para que o seu filho estude, confira sete fatores que podem atrapalhar o rendimento dos estudos e que muitas pessoas ignoram.

1 – Definir cargas horárias inadequadas

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Não se engane:

Estudar várias horas seguidas por dia nunca funcionou para ninguém.

O cérebro humano não aguenta a carga de informação e chegará um momento que o indivíduo estudará apenas com os olhos, sem que o conteúdo chegue ao cérebro!

Por outro lado, definir tempos de estudo muito leves não são eficientes e dificilmente se consegue abranger mais da metade do conteúdo.

Meia hora pode ser pouco; quatro horas pode ser muito!

O ideal é estipular uma carga entre uma hora e meia e três horas para que o rendimento seja o melhor possível.

2 – Passar por cima das dúvidas

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O motivo pelo qual um aluno resolve estudar em casa quase sempre é sanar as dúvidas, rever o conteúdo e trabalhar sobre aquilo que tem mais dificuldade.

Qual é o fundamento de estudar em casa e passar por cima das dúvidas, ignorando as principais dificuldades?

Este é o momento ideal para familiarizar-se com o conteúdo e dominá-lo.

Isso nem sempre é uma tarefa fácil, mas certamente a recompensa será válida.

Garanta que todas as dúvidas serão tiradas, mesmo que seja necessário recorrer ao professor.

3 – Tomar estimulantes em excesso

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Na adolescência é bastante comum que algumas pessoas tenham problemas com o sono.

As aulas na parte da manhã geralmente começam muito cedo e não é raro que os adolescentes tenham vontade de dormir por toda a tarde.

No entanto, é importante que resistam e tentem equilibrar o cansaço.

Muitos adolescentes optam por tomar energéticos e cápsulas de cafeína para permanecer acordados, porém essa medida não é é segura.

O abuso dessas substâncias pode causar ansiedade, stress, insônia e crises nervosas, colocando todo o esforço a perder.

O ideal é tentar se habituar a não dormir nas horas que se planeja dedicar aos estudos.

Uma soneca após o almoço faz bem à saúde, quando não excede o tempo de uma hora.

4 – Encontrar motivos para dispersar-se

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É comum que o aluno decida fazer várias coisas antes de começar a estudar, ou mesmo durante os estudos.

Ouvir uma música, mexer no celular, ver algo na televisão ou brincar com animais podem ser benéficos para um pequeno intervalo, mas tornam-se prejudiciais quando tornam-se o principal foco de atenção.

Por isso, o ideal é estudar em um ambiente longe de tudo o que pode ser motivo de dispersão.

Assim fica mais fácil concentrar-se e encontrar interesse no conteúdo escolar.

5 – Preparar uma rotina somente de estudos

rotina

Seguindo a mesma linha de raciocínio do item 1, estudar em excesso pode ser prejudicial em vez de ajudar.

Afinal, exageros nunca podem trazer algum benefício.

Todos precisamos de momentos de descontração, nos quais o cérebro descansa e se concentra em coisas que dão prazer.

Isso combate o stress e evita que os nervos sejam afetados.

Por isso, garanta que seu filho se esforce mas também se dedique a fazer o que gosta, sem obrigações.

6 – Escolher colegas desinteressados para estudar

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Não é importante escolher os colegas mais inteligente da sala, ou mesmo aqueles que sabem todo o conteúdo.

O importante é que estejam interessados em estudar e compartilhar dos mesmos objetivos que o seu filho.

Colegas desinteressados certamente burlarão o tempo de estudos e não colaborarão com aqueles que desejam estudar.

No entanto, em muitos casos só é possível perceber isso depois que o grupo está formado.

Se perceber que algo assim acontece, sugira ao seu filho para que o grupo converse com as pessoas que atrapalham, exigindo que mude o comportamento ou que se retirem do grupo.

7 – Estudar somente os conteúdos que se gosta mais

biologia

No trabalho e na escola nem sempre podemos nos dedicar àquilo que mais gostamos.

Sempre há alguma disciplina ou área que não nos agrada, mas na qual precisamos ser, ao menos, satisfatórios.

Por isso é importante variar o conteúdo de estudos, de modo que dúvidas possam ser tiradas de forma mais uniforme, evitando que alguma disciplina possa causar problemas na hora das provas.

Assim, uma boa ideia é definir previamente os conteúdos, de modo que se possa planejar o que será estudado em cada dia.

 

Atualmente, a carga horária das aulas nas escolas é muito maior do que quando pensamos em duas décadas atrás.

A dinâmica do mercado mudou, a tecnologia avançou vertiginosamente e é preciso fazer com que os alunos acompanhem esta dinâmica e estejam preparados para suportar com tranquilidade a carga horária da universidade e as exigências do mercado de trabalho, cada vez mais competitivo.

Nos dias de hoje, os alunos que desejam se destacar precisam trabalhar um pouco mais duro para isso e muitos pais fazem questão de que contem com todo tipo de reforço escolar que puderem.

O Peso Das Disciplinas

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Se analisarmos as obrigações escolares de um aluno que cursa o ensino médio, precisamos considerar que possuem mais de dez disciplinas e muitas delas precisam ser divididas entre até três professores!

O ensino médio é o período escolar que mais exige do aluno, porque é combinado com a pressão do vestibular, o aumento repentino da carga horária e a decisão a respeito do futuro, que geralmente vem com a escolha do curso superior.

Como os estudantes do ensino médio podem fazer para se organizar?

Como é possível lidar com tantas obrigações e ainda viver o turbilhão que traz a adolescência, as descobertas, questões familiares e tudo o mais?

Em primeiro lugar, é muito difícil que um aluno “se transforme” no primeiro ano do ensino médio e continue esforçado a partir daí, quando é acostumado a levar a vida escolar com tranquilidade.

Por isso, para que se saia bem ao entrar no ensino médio, é importante que tenha feito um bom ensino fundamental.

Afinal, este é base para aquele. Pais que pensam no futuro, consideram todas estas possibilidades: vestibular, ensino médio, um grande número de provas a fazer de uma vez, muito conteúdo e dificuldade em alguns deles.

Estes pais são, de um modo geral, aqueles que optam por fazer com que os filhos tenham senso de responsabilidade desde muito cedo no ensino fundamental e já ingressem no ensino médio acostumados a ter horários de estudo, revisar atividades e frequentar aulas de reforço.

O Reforço Escolar

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Tomar aulas particulares é natural para a maioria dos estudantes que almejam médias altas ou que apresentam dificuldade em um ou outro conteúdo e até mesmo com disciplina.

Os pais optam por contratar profissionais fora do colégio para que o aluno se acostume a dedicar mais horas do dia aos estudos e para rever conteúdos que foram passados e não ficaram muito claros.

As aulas particulares também são bem-vindas em períodos que antecedem as provas, para que um apanhado geral do conteúdo seja feito e garanta um bom rendimento.

Muitas escolas perceberam isso, e optaram por oferecer reforço escolar ministrado pelos próprios professores.

A medida foi aprovada pelos pais quase que com unanimidade, visto que traz diversas vantagens como: isenta os pais de um gasto extra que teriam com professores de fora, elimina a necessidade de que um aluno se familiarize com um professor que não conhece; o professor da escola sabe exatamente o conteúdo que foi dado e o que deve ser estudado, bem como o método de ensino, evitando possíveis confusões ou discrepâncias no modo de fazer os exercícios.

A aula de reforço garante que o aluno não se perca diante do conteúdo escolar.

É possível revisar o conteúdo, combater dúvidas e identificar quais são as maiores dificuldades, o que facilita para que sejam combatidas.

É importante identificarmos a aula de reforço como uma ferramenta a ser usada para que o aluno possa lidar com o peso das disciplinas sem ser prejudicado.

Certamente, o aluno que se dedica desde o ensino fundamental a ter uma rotina de estudos extraclasse passa com muito mais facilidade no vestibular do que aqueles que não o fazem.

Esforçar-se É Essencial

No mundo em que vivemos não existe conquista sem trabalho e toda glória conseguida sem esforço é duvidosa ou não possui mérito.

Por isso, quem deseja construir uma carreira sólida ou fazer algum curso no qual o vestibular é concorrido, precisa se planejar, ter disciplina e fazer dos estudos extraclasse um hábito.

Não é tão difícil assim!

Estudar de uma a duas horas por dia além do período de aulas é uma tarefa relativamente fácil.

O que é difícil é chegar no primeiro ano do ensino médio e descobrir que muitas coisas importantes não foram estudadas direito. Correr atrás do prejuízo em apenas três anos já não é uma tarefa e sim uma missão muito difícil.

A perspectiva de ser avaliado ou testado em qualquer circunstância pode abalar as estruturas de muitas pessoas.

Não é incomum que muita gente seja prejudicada em tipos diversos de testes simplesmente pelo nervosismo.

Com as crianças e adolescentes, isso é ainda pior.

A depender da cobrança e da tensão que a vinda da época de provas pode causar, até mesmo os estudos podem ser comprometidos.

Como os pais podem ajudar os filhos a enfrentar desafios como este?

1 – Organização e Disciplina É Tudo

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Muitos alunos “empurram com a barriga” o conteúdo passado no início do bimestre, com a ideia segura de que possuem tempo para estudar novamente o que o professor diz em sala de aula em algum outro momento, quando estiverem mais dispostos.

Como quase sempre acontece, este momento nunca chega.

As provas chegam, a matéria está acumulada, e eles sofrem para estudar tudo de uma vez.

Por isso, é preciso que você os ajude a ter disciplina.

Eles não precisam se dedicar somente aos estudos.

Podem ter vida social, atividades extraclasse e tudo o que desejarem, desde que cumpram a sua parte com os estudos.

2 – Hábitos Saudáveis e Regras

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O modo como a família se organiza para adquirir um determinado cotidiano é fator crucial para que os filhos o absorvam e passam a aplicar em suas vidas, sem a necessidade de obrigá-los.

Ter hora certa para fazer as refeições, tomar banho, se divertir, etc., cria no indivíduo o senso de ordem e planejamento.

Por isso, é importante que a casa tenha hábitos e regras que devem ser seguidos em alguma medida.

Dentro destes hábitos e regras, você pode sugerir a hora do estudo ou das tarefas de casa, na qual as crianças ou adolescentes se dedicam apenas às atividades da escola.

3 – Pega Leve! Sem Pressão…

Há alguns casos em que os alunos ficam nervosos além da conta quando chegam as provas.

O estresse e a tensão aumentam e os estudos preparatórios para as avaliações viram verdadeiros martírios, acompanhados pelo medo de não conseguir atingir as médias.

Invariavelmente isso ocorre devido a algum tipo de cobrança, seja por parte da escola, da competitividade dos colegas ou mesmo dos pais.

O nervosismo é um estado mental totalmente dispensável!

Assim, os pais podem atuar contra o nervosismo não pressionando seus filhos a tirar as melhores notas da classe, não os punindo após um resultado ruim – no caso de ter havido esforço por parte deles – e mostrando o seu apoio para a recuperação das notas.

4 – Diálogo Sempre

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Os pais ficam sempre no escuro quando não acompanham o dia a dia de seus filhos e o resultado disso geralmente é que tomam atitudes erradas, que atrapalham ao invés de ajudar.

Portanto, dialogue, converse, procure saber como vão as coisas na escola, que conteúdo estão aprendendo, do que gostam mais e nos que tem mais dificuldades.

Quando os pais conhecem os seus filhos verdadeiramente fica muito mais fácil auxiliá-los em qualquer situação!

5 – Uma Ajudinha Aqui Ou Ali

Embora o sistema educacional tenha se transformado muito, sempre há algo que você pode fazer pelo seu filho em matéria de tarefas de casa ou estudos.

Mostre-se prestativo quando ele precisar de ajuda, caso esteja a seu alcance.

Isso é ainda mais fácil quando a criança ainda não chegou ao ensino médio.

Tente tirar um tempo para sentar com ela diante das atividades, pesquisar com ela na internet e separar alguns exercícios para fixar a matéria.

6 – Não Tolere Nenhuma Referência A Cola

Se perceber que o seu filho se acalmou com relação às provas porque pretende ou se prepara para colar, tome uma atitude.

Mesmo que ele consiga fazê-lo, deixe claro que você não concorda com isso e que tomará alguma atitude caso descubra que fez.

Ser conivente com a cola significa também concordar que seu filho “passe por cima” de suas obrigações e de atitudes que são esperadas dele.

A atitude de colar é, no fim das contas, uma trapaça que pode ter reflexos em seu futuro, seja na universidade ou na profissão.

7 – Aulas Particulares

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Você sempre pode fazer uso dessa ferramenta, que se mostra uma das mais eficientes de todas no processo de aprendizagem.

As aulas particulares podem ser um recurso no período de provas ou mesmo um acompanhamento ao longo de todo o ano.

Os professores particulares atacam com precisão dúvidas e dificuldades, tornando o conteúdo muito mais claro, especialmente pela exclusão do fator dispersão.

Caso não possa pagar um professor, procure descobrir se a escola oferece essa opção inclusa no cronograma e sugira que seu filho assista a algumas.

8 – Grupo De Estudos

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Encoraje o seu filho a chamar alguns poucos amigos para estudar em conjunto.

Estudar em grupo pode ser mais interessante e estimulante, e os colegas podem contribuir uns com os outros.

Se possível, encoraje-o a convidar os amigos para a sua residência.

Assim, você pode ajudá-los, conhecê-los e acompanhar o rendimento dos estudos.

9 – Véspera De Prova

Antes da prova, você pode aconselhá-lo a dormir mais cedo, ficar mais relaxado e se alimentar de forma mais leve para evitar que se sinta desconfortável durante a prova.

Você também pode ajudar a acalmá-lo convidando-o para passar o tempo assistindo a um filme ou fazendo qualquer outra coisa que não seja estudar, isto é, pressupondo que tudo o que poderia ter sido feito já foi feito!

Afinal, um dia antes da prova já é tarde para absorver qualquer conteúdo.

10 – Cada Um Faz O Melhor Que Pode!

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Não o puna, não o pressione e procure mostrar que se ele se esforçar, vai ter o melhor resultado possível.

No passado, era comum que pais aterrorizassem seus filhos por causa de notas e que até mesmo os agredissem caso não atingissem a média.

Felizmente, vivemos em outros tempos e todo esse autoritarismo já é ultrapassado.

Pais amigos levam os filhos muito mais longe do que pais tiranos!

Algumas crianças aprendem a tomar pequenas decisões desde cedo.

É comum que tenham um chocolate favorito, um super herói ao qual admiram e até mesmo uma roupa que adoram, mesmo a contragosto dos pais.

É também comum que manifestem interesses e opiniões sobre os mais diversos assuntos.

No entanto, tomar algum posicionamento sobre qualquer coisa pode, para muitas pessoas, ser um processo difícil, especialmente enquanto crianças.

  • Como quer o corte de cabelo?
  • Qual sapato gostaria de usar?
  • Prefere comidas doces ou salgadas?
  • Qual é o tipo de brincadeira que gostam mais?
  • Gosta de estudar?

Ter respostas para estas perguntas pode significar muito mais do que parece.

Afinal, tomar decisões e dar uma opinião no lugar de uma criança pode ser uma tarefa fácil e aparentemente sem muita importância.

Porém, quando falamos da vida adulta, o panorama é outro.

Um adulto que não se decide estará sempre à mercê de pessoas mais decididas e as chances de que uma criança indecisa torne-se um adulto neutro e encontre dificuldades para definir sua própria identidade são muito grandes.

O Que Fazer Para Estimular Seus Filhos a Serem Mais Decididos?

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Não há porque tomar atitudes desnecessárias quando a criança não aparenta nenhum problema para tomar decisões ou se posicionar sobre algo.

Por isso, antes de tudo, você precisa observar o seu filho e avaliar seu comportamento com outras crianças e como reage quando perguntam o que quer, do que gosta ou o que acha “disto” ou “daquilo”.

Se hesita muito ou simplesmente não consegue responder, aí temos um problema!

Só então será preciso que você tome alguma atitude.

Esqueça tudo que force ou preocupe a criança ainda mais!

Este tipo de medida não é 100% efetiva e ainda gera efeitos colaterais negativos, como a ansiedade e o nervosismo ao se ver diante de qualquer decisão.

Opte sempre pelo caminho do diálogo e da compreensão.

Procure conhecê-lo melhor e fazer também com que se conheça.

Sugira respostas, pergunte o que lhe parecem e porque lhe parecem assim.

Dê opções e mostre as diferenças entre elas, para que assim ele possa visualizar com mais clareza o que mais lhe atrai.

A questão da decisão é muito delicada, pois é preciso ter cuidado para não estimular na criança um comportamento autoritário ou acostumá-la a ter tudo o que quer.

Por isso, a chave desta questão se chama opinião.

A decisão sempre será oriunda de um raciocínio, um motivo e uma forma de pensar.

Assim, quando você solicita a opinião do seu filho sobre algo, você o leva a raciocinar e problematizar algum assunto.

O fruto deste raciocínio será a sua opinião e sua opinião o levará a ter um determinado posicionamento.

É importante também deixar claro que ele pode mudar o seu posicionamento tão logo um novo raciocínio o leve a fazê-lo.

Na verdade, dificilmente algumas opiniões permanecem as mesmas por toda a vida.

Quais Comportamento Os Pais Devem Evitar Com Crianças Indecisas?

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Há pais que preferem que suas crianças sejam indecisas ou neutras, de modo a não interferir em seus planos.

Esta atitude não é recomendável!

Por menores que sejam, são pessoas com sentimentos, gostos, tendências e naturezas particulares.

Quando os pais ignoram o que pensam seus filhos, acabam por criar uma grande distância entre eles.

É interessante que a amizade, o carinho e a compreensão predominem dentro de casa.

A atitude de anular crianças que já possuem dificuldades de se posicionar é altamente prejudicial.

Em muitos casos, tornam-se adultos que passam pela vida sem saber o que querem, permitindo que outras pessoas os levem para caminhos que não são os seus.

Isso pode ser especialmente grave também na adolescência devido a possíveis más influências.

Os pais devem também evitar uma cobrança excessiva no sentido do posicionamento.

Afinal, posicionar-se só porque alguém o força não ajudará a criança no processo de autoconhecimento e afirmação.

Portanto, permita que ela tenha o seu tempo e que lide com os próprios pensamentos até que tome alguma decisão, atitude ou posição.

Ser indeciso pode ser uma característica natural, mas ser incapaz de se posicionar e pedir opinião de outras pessoas para tudo pode ser um sinal de que a pessoa precisa de estímulos.

As discussões sobre bullying tem ganhado muito espaço, tanto na mídia quanto nas discussões pedagógicas.

Isso tem ocorrido devido à gravidade das consequências às quais este tipo de prática pode levar.

Embora muitas pessoas acreditem que o problema não é grave ou que se trata apenas de brincadeiras entre crianças e jovens, é possível perceber que o bullying tem, por si mesmo, um caráter totalmente problemático.

Afinal, suas raízes são compostas pela falta de tolerância com o modo de ser do outro, pelo desprezo ao que é diferente de si mesmo e a necessidade de atacar esta diferença de alguma forma.

Para combater o bullying, é muito importante que os pais instruam seus filhos a respeitar o próximo e a apreciar nele tudo o que tem de diferente, esclarecendo que não há certo e errado ou melhor e pior na maneira de ser dos outros, em sua cultura, a cor de sua pele, sua orientação sexual, sua história e sua vida.

Infelizmente, inferiorizar o outro é algo que se dissipa fácil em qualquer cultura.

Os adultos o fazem de uma forma “polida” e subjetiva e as crianças e adolescentes o fazem de forma direta.

Embora expor alguém seja muito mais grave, a problemática da questão começa quando uma pessoa inferioriza a outra.

Quando o bullying é praticado diante de uma grande plateia – especialmente nas escolas – as chances de que cause graves traumas psicológicos na vítima são muito grandes.

Isso se explica devido ao fato de que a criança e o adolescente constroem sua vida social no ambiente escolar.

Se durante esta construção as pessoas que vivem em torno dela a atacarem e acusarem continuamente, ela acatará a ideia de que de algum modo é ruim, nociva, fraca, ou desqualificada de alguma forma perante todas as pessoas.

Isso refletirá drasticamente em sua vida adulta, quando não gera problemas graves já no presente.

Temos casos pelo mundo inteiro de suicídios por parte de crianças e jovens que sofrem bullying.

A Evolução do Bullying Para o Cyberbullying

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Não é novidade para ninguém que a tecnologia modifica o padrão de vida e os hábitos das pessoas.

O celular, a internet, a televisão e a transformação de diversos meios de comunicação e entretenimento geraram novos hábitos e novas formas de interação social.

As redes sociais na internet são, para muitas pessoas, a única maneira ou, pelo menos, a maneira mais importante de se socializar.

As relações sociais se tornaram virtualizadas e intermediadas por estas redes e tudo o que existia já nas relações sociais tradicionais foi transferido para o universo online.

E não seria diferente com o bullying!

As redes sociais permitem que o indivíduo mostre a si mesmo, o seu estilo de vida e o que pensa da forma que desejar.

Embora haja algumas restrições legais de postagens, nem tudo pode ser controlado.

As denúncias e retiradas de postagens indesejáveis demoram algum tempo para acontecer, de modo que muitas publicações que contem agressões permanecem tempo suficiente para serem vistas por muitas pessoas.

Por isso, se alguém se sentir constrangido ou exposto com alguma publicação, enfrentará grande dificuldades para retirar esta publicação da rede, quando consegue fazê-lo.

Ainda há o agravante da quase impossibilidade de controlar um conteúdo à medida que se “viraliza”.

No mundo real, toda agressão ou constrangimento a alguém acontece no momento e passa em seguida.

Na internet, é possível revivê-la várias vezes.

Como Evitar?

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Do mesmo modo que o cyberbullying tem alguns agravantes em comparação com o bullying tradicional, também podemos usar algumas medidas a nosso favor.

Nas redes sociais, você possui a opção de bloquear algumas pessoas indesejáveis, de modo que a impeça de entrar em contato com você ou mesmo fazer qualquer menção ao seu perfil online.

Pode lançar mão da das denúncias de publicações com as quais não se sinta satisfeito, especialmente se alguém publicar algo em seu nome, ou utilizando sua imagem.

Embora a medida demore para se efetivar, é bastante útil em alguns casos.

Como vantagem, também há a de que é possível comprovar a agressão quando o usuário se identifica, uma vez que é mais fácil colher registros e salvar a imagem.

A depender do nível da agressão, é possível recorrer às autoridades para que medidas cabíveis sejam tomadas.

O mais eficiente, porém, é instruir as suas crianças desde cedo para que não cometam este tipo de atitude.

Você saberia avaliar uma habilidade cognitiva do seu filho?

Quais são seus maiores talentos?

No que você acha que ele sente maior dificuldade?

O processo de aprendizagem, tanto em casa quanto na escola, é composto por muitas vertentes e muitas vezes é preciso compreender quais são suas maiores habilidades cognitivas e não-cognitivas.

Para isso, é importante que você saiba diferenciar ambas e entender qual é a importância que exercem na hora do desenvolvimento escolar.

As habilidades cognitivas são aquelas relacionadas ao conhecimento, ou seja, tudo aquilo que fará diferença na relação do aluno com as disciplinas que aprenderá na escola e até mesmo na escolha de sua profissão no futuro.

Como exemplo, podemos citar: a facilidade de resolver cálculos matemáticos, habilidade em decorar datas históricas, afinidade com a língua, bem como facilidade para aprender outros idiomas, etc.

Os indivíduos são diferentes uns dos outros e, consequentemente, apresentam diferentes habilidades. Isso é uma grande vantagem da natureza humana e permite que a vida em sociedade seja proveitosa como um todo.

Como as Habilidades Cognitivas Afetam o Comportamento?

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A depender das habilidades cognitivas de uma criança, ela pode se mostrar mais interessada em estudar, pesquisar e aprender algumas disciplinas e deixar outras para segundo plano.

Não é incomum que crianças com afinidade com a matemática gostem de brincar com jogos, charadas, cubos mágicos e similares.

Crianças com habilidades cognitivas relacionadas à língua e à leitura, de um modo geral, se interessarão por jogos de montar palavras, revistas em quadrinhos e livros diversos.

Pais atentos saberão identificar quais são as possíveis habilidades cognitivas que o seu filho possui e é interessante que não as reprima.

Afinal, não há como mudar a essência de uma pessoa ou mesmo fazer com que ela desenvolva um talento com o qual não nasceu e não possui afinidade.

As habilidades cognitivas, durante muito tempo, protagonizaram o processo de aprendizagem.

Muitas escolas, colégios, professores e pesquisadores da didática acreditavam que o talento para lidar com o conteúdo e bons resultados nos testes escolares eram tudo o que os alunos necessitavam para serem bem-sucedidos.

Porém, recentemente descobriu-se a importância das habilidades não-cognitivas no processo de aprendizagem.

Como habilidades não-cognitivas, podemos entender todas as habilidades de um indivíduo que não estão relacionadas à ciência e ao conhecimento, tendo caráter mais pessoal.

São habilidades que permitem ao aluno absorver o conteúdo escolar necessário e garantem que estejam preparados para enfrentar alguns desafios.

Embora não seja viável listar todas as possíveis habilidades não-cognitivas, podemos citar como exemplo: paciência, determinação, persistência, paciência, calma, tranquilidade, autocontrole, autonomia, etc., enfim, tudo o que permite que se explore devidamente as habilidades cognitivas.

Habilidades Cognitivas Na Escolha da Profissão

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É bastante comum que as pessoas decidam suas atividades profissionais a partir de suas afinidades.

Médicos, matemáticos, linguistas, tradutores, engenheiros e muitos outros profissionais não raro demonstram sua inclinação para a tarefa desde ainda crianças.

Por essa razão, é importante recomendar aos pais que não alimentem expectativas desleais com relação à profissão dos filhos.

Cada indivíduo nasce com algumas tendências, descobre outras ao decorrer da vida e decide, com base nisso, o seu caminho.

Constrói sua carreira com base naquilo que se sente seguro em fazer.

Portanto, o dever cabível aos pais é identificar os interesses, afinidades, e habilidades dos filhos e incentivá-los, fazer com que se sintam inclinados a ir mais fundo naquilo que lhes desperta interesse.

Assim, a profissão que o seu filho escolherá pode estar estreitamente relacionada com as habilidades cognitivas que possui e cabe a você e aos professores da escola na qual ele estuda incentivá-las e permitir que o interesse pelo conhecimento siga livre o seu curso.

À medida que for possível, deixe que ele escolha atividades extraclasse para desenvolver.

A relação de uma criança ou adolescente com qualquer área do conhecimento dificilmente será nociva.

Se o seu filho apresenta habilidades cognitivas relacionadas à língua portuguesa, dê a ele livros de presente.

Permita que veja documentários, conheça museus e aquários, caso o seu interesse e afinidade seja com a biologia.

Com o apoio e incentivo dos pais, uma habilidade cognitiva pode evoluir para algo grandioso e determinante em seu futuro.